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As histórias da história da Sétima Arte

Na década de 1950 e 1960, um grupo de actores dominava Hollywood, com os seus filmes, espetáculos, musicais e...festas. Frank Sinatra era o rosto mais visível do grupo que ficou conhecido pela expressão “Rat Pack” e que incluía Dean Martin, Sammy Davis Jr., Peter Lawford e Joey Bishop. Maioritariamente masculino, o grupo também incluía mulheres, designadas de “mascotes”, entres as quais Shirley Maclaine e Angie Dickinson.

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O fim da 2ª Guerra Mundial (1939-1945) trouxe bastante tensão entre os aliados Estados Unidos e União Soviética. Esta tensão, que durou cerca de 46 anos e ficou conhecida como Guerra Fria, provocou, nos Estados Unidos, um forte sentimento anticomunista e uma verdadeira “caça às bruxas”. O seu epicentro foi o “Comité de Investigação de Actividades Antiamericanas”, criado em 1938 pelo congresso Norte-Americano para investigar a actividade de grupos comunistas e fascistas, mas que ganhou força com a Guerra Fria.

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Um cavalo a galope coloca as 4 patas simultaneamente no ar? Embora banal nos dias de hoje, a questão era bastante pertinente na segunda metade da década de 1870 e a sua resolução viria a transformar a sociedade, dando origem às “imagens em movimento” e ao cinema propriamente dito.

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Charlie Chaplin é um dos grandes artistas do século XX e sua longa carreira de mais de 70 anos de actividade e mais de 80 filmes realizados, produzidos e interpretados são reveladores de uma capacidade criadora excepcional e ímpar na história da Sétima Arte. Desta sua longa carreira, o período menos conhecido do actor é o que trabalhou na Essanay Films e onde “apenas” produziu 14 filmes, por vezes considerados obras menores. Embora não sejam realmente obras emblemáticas, são filmes reveladores de um importante período de aprendizagem e crescimento do artista.

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E Tudo o Vento Levou é o filme de maior sucesso da história do cinema (deixando para trás blockbusters modernos como Titanic, Guerra das Estrelas ou a trilogia do Senhor dos Anéis) e um dos mais amados e populares junto do público e críticos. As suas imagens fortes e coloridas fazem parte da história da própria sétima arte e “confunde-se” muitas vezes com esta, tornando o filme num fenómeno já muito dissecado.

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Imagem: Doctor Macro

A compra, em 1941, da peça Everybody Comes to Rick’s, pelo então chefe de produção da Warner Bros. Hal Wallis, deu inicio à produção de um dos mais famosos filmes de todos os tempos. Muito embora Casablanca seja um “produto” do studio system que vigorava em Hollywood na altura, é possível identificar o importante papel que Wallis teve no resultado final. O chefe de produção da Warner não se limitou apenas a supervisionar a produção do filme, a sua intervenção abrangeu todos os aspectos da produção, tendo, por exemplo, decidido ainda antes da compra da peça que Humphrey Bogard seria a estrela do filme.

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A história do cinema está cheia de figuras pioneiras, que os tempos esqueceram. Alice Guy-Blaché é uma dessas figuras e cujo contributo foi fundamental para o desenvolvimento do cinema enquanto arte.

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O cinema está recheado de histórias incríveis e nenhum outro período é tão fértil como o do cinema mudo. Uma dessas histórias é a do revolucionário mexicano Pancho Villa, que assinou um contracto com a Mutual Film Corporation para a venda dos direitos cinematográficos da revolução mexicana.

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