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As histórias da história da Sétima Arte

O Menino Selvagem

Segundo capitulo da trilogia de François Truffaut sobre a infância (Os 400 Golpes, de 1959, e Na Idade da inocência, de 1976, são os restantes filmes), O Menino Selvagem é um dos trabalhos menos apreciados do realizador, mas que revela toda a sua mestria e onde ele aborda um tema que lhe é próximo: a educação (o realizador teve uma infância perturbada, que o marcou durante toda a sua vida).

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O studio system

Estúdios da Metro-Goldwyn-Mayer

Os estúdios da Metro-Goldwyn-Mayer

Os estúdios independentes que, na década anterior, tinham lutado contra o domínio da Motion Pictures Patents Company eram agora quem dominava a industria cinematográfica em Hollywood. Metro-Goldwyn-Mayer, 20th Century-Fox, Warner Bros., Universal Pictures, Paramount Pictures e, numa menor dimensão, Columbia PIctures e RKO Radio Pictures controlavam a maioria das salas de cinema dos Estados Unidos e as centenas de filmes que os “alimentavam”.

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A era do sonoro

O Cantor de Jazz

“O Cantor de Jazz”, a primeira longa-metragem sonora

A década de 1920 é marcada pelo espírito do pós-guerra e a diversidade das produções cinematográficas são reflexo disso mesmo. Nos Estados Unidos, os talentos de Charlie Chaplin, Buster Keaton e Harold Lloyd dominam na comédia, Cecil B. De Mille continua a realizar melodramas carregados de sensualidade e os primeiros filmes de gangsters e documentários fazem a sua aparição. Na Europa, as experiências vanguardistas de Man Ray e Luis Bunuel marcam a França do pós-guerra e a Alemanha vive, na primeira metade da década, a era de ouro do expressionismo alemão. Após anos de filmes de propaganda, o cinema soviético (controlado pelo Estado) torna-se num centro criativo, cujo expoente máximo são as obras de Sergei Eisentein. Por sua vez, a Índia vive uma década extremamente produtiva, produzindo cerca de 100 filmes por ano.

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Numa época em que as “imagens em movimento” se revelavam um entretenimento cada vez mais popular, em particular junto das classes de menores rendimentos, a indústria cinematográfica norte-americana da década de 1910 era dominada pela Motion Pictures Patents Corporation (MPPC), cujas práticas aguerridas não davam espaço a empresas independentes que não seguiam as suas regras comerciais.

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O início da industria cinematográfica e a influência da I Grande Guerra

criação da United Artists

D.W. Griffith, Mary Pickford, Charlie Chaplin (sentado) e Douglas Fairbanks (à direita) na assinatura de criação da United Artists

Depois de nos primeiros anos ser visto como uma novidade, o cinema começa a desenvolver-se e as transformações que ocorrem durante a década de 1910 são os primeiros sinais de uma indústria que viria a marcar intensamente o século XX.

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As maiores estrelas da MGM em 1943

Mais Estrelas que no Céu”. Era este o lema da Metro-Goldwyn-Mayer na “época dourada” de Hollywood e poucos estúdios tinham uma máquina tão oleada como o de Louis B. Mayer, um dos maiores criadores de estrelas da meca do cinema. No entanto, as estrelas de cinema não foram inventadas de repente, foi um processo evolutivo, que “nasceu” pouco após o do cinema.

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Os nickelodeons

Salão de nickelodeons nos Estados Unidos

Salão de nickelodeons nos Estados Unidos

À entrada do novo século, o cinema era uma das mais baratas formas de entretenimento, essencialmente destinada às classes trabalhadoras. No entanto, em 1900, uma greve de artistas de variedades obrigou os donos de teatros a procurarem formas alternativas de entretenimento encontrando nas “imagens em movimento” uma boa opção. Ao mesmo tempo, os nickelodeons proliferavam nas cidades, sendo frequentados essencialmente por trabalhadores emigrantes.

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Da descoberta da fotografia às imagens em movimento

Gravação kinetoscópica de um espirro por Edison

Gravação kinetoscópica de um espirro por Edison

O cinema mais não é do que uma ilusão óptica, em que um conjunto de imagens, cada uma ligeiramente diferente da anterior e projectadas num ecrã de uma forma rápida, é interpretado pela mente humana como movimento contínuo. Este fenómeno, designado por persistência da visão, foi uma das invenções e descobertas cientificas ocorridas ao longo do século XIX, que possibilitaram o nascimento do cinema.

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“Le cinéma est-il plus important que la vie?”

Truffaut apaixonou-se pelo cinema desde muito jovem, assistindo a filmes de uma forma obsessiva, escrevendo apaixonadamente sobre eles, anos mais tarde nos Cahiers du Cinema, e criando-os de uma forma inovadora e refrescante já como realizador. Uma ideia que sempre o acompanhou ao longo da vida foi realizar um filme sobra a realização cinematográfica e voltava sempre a esse desejo cada vez que iniciava a realização de um filme. Durante a rodagem de As Duas Inglesas e o Continente, nos estúdios Victorine, em Nice, Truffaut deu-se conta de um velho cenário que seria ideal para a sua ideia e durante a segunda metade de 1971 o realizador, com a ajuda de Jean-Louis Richard e Suzanne Schiffman, escreveu o argumento de A Noite Americana. Este mais não é do que uma resposta àquela questão: “é o cinema mais importante que a vida?”.

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Detective de origem chinesa da Polícia de Honolulu, Charlie Chan é uma personagem criada pelo escritor Earl Derr Biggers em 1923 e que foi adaptada ao cinema 57 vezes, tendo também surgido em programas de rádio, peças de teatro, televisão, entre outros.

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